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O Inema coleta água nas praias da Bahia toda semana e publica se cada trecho está próprio ou impróprio para banho. Trancoso tem dois pontos de coleta próprios — Nativos, perto da foz do Rio Trancoso, e Coqueiros, na chegada da praia —, mas eles saem dentro de um PDF de toda a Costa do Descobrimento, junto com Arraial d'Ajuda, Taperapuã e Coroa Vermelha. A página nova tira desse boletim só o que é de Trancoso. Junto com a classificação vem quanto choveu nas últimas 72 horas. Isso importa porque a coleta é feita de manhã, em dia calmo: o próprio boletim do Inema pede para evitar banho de mar em tempo chuvoso e perto da desembocadura de rios, porque a chuva leva o que estava nas ruas para o mar pelas galerias pluviais. O ponto dos Nativos fica justamente na foz, então ele aparece sinalizado quando choveu — mesmo que a classificação da semana diga própria. A página se atualiza sozinha: toda semana o boletim novo é lido e as duas praias são conferidas. Quando a leitura falha, fica valendo a última classificação com a data dela, em vez de aparecer um número errado. A Praia do Espelho não é monitorada pelo Inema, e a página diz isso em vez de ficar calada.
Uma ferramenta nova para quem precisa chegar ao aeroporto, ao hospital ou ao centro de Porto Seguro. Você escolhe o destino e a hora em que precisa chegar, e ela calcula a que horas sair por cada caminho — pela balsa ou só pela estrada, via Eunápolis — e diz qual costuma valer mais a pena naquele horário. Sem fila, os dois levam quase o mesmo tempo; no meio do dia e na alta temporada a fila da balsa pode passar de duas horas, e aí a estrada é a aposta segura. Os tempos de fila são uma estimativa do que costuma acontecer, não a fila ao vivo, e os valores da balsa devem ser confirmados no guichê.
Como está a vila? agora conta as férias escolares de julho como alta temporada — o centro, o Quadrado e a fila da balsa do Buranhém enchem no inverno, e o calendário passou a mostrar isso em vez de tratar julho como um mês comum. De passagem, atualizamos a Festa de São João para 2027.
Um desenho a lápis de cor do Quadrado, com a Igreja de São João Batista à beira da falésia e o mar ao fundo.
Digite o tamanho do telhado e veja quanta chuva ele guardaria num ano típico e nos últimos 30 dias, quantos dias de água isso dá e quantos caminhões-pipa economiza. Água de chuva do telhado precisa de tratamento para beber.
Emergências, saúde, água, luz e patrimônio num só lugar — já que Trancoso é distrito de Porto Seguro e não tem prefeitura própria. Toque no número para ligar.
Um vizinho relata quanto pagou em itens essenciais — peixe fresco, botijão de gás, gasolina, marmita — e o quadro mostra a mediana dos relatos recentes, o valor típico. Ler é livre; relatar precisa de uma conta gratuita. Quanto mais gente relata, mais firme fica o número, e nenhuma fonte oficial acompanha de perto o custo de viver na vila.
Uma ferramenta nova mostra como está o mar nas praias de Trancoso — ondas, vento e ondulação ao vivo, atualizados ao longo do dia, para planejar o banho e o dia de praia. Cobre as praias de Trancoso (Coqueiros e Nativos) e a Praia do Espelho, e lembra que a maré manda na praia: na maré baixa surgem as piscinas naturais e a faixa larga de areia, e a travessia do Rio dos Nativos fica mais tranquila. A página mostra o mar ao vivo, não os horários da maré — para isso, a tábua oficial da Marinha do Brasil. Uma previsão não substitui o bom senso na água: em emergência, 193 (Bombeiros).
Trancoso agora tem suas páginas, em português. As três primeiras ferramentas: «Falta d'água em Trancoso» — um quadro onde os vizinhos avisam, bairro por bairro, onde a água está faltando agora, com o canal oficial da Embasa; «A chuva em Trancoso» — os últimos 30 dias contra a média de longo prazo e a semana à frente, com dados ao vivo do Open-Meteo, ligados à água de poços da vila; e «Como está a vila?» — o quão cheio o centro e o Quadrado devem estar em cada dia, com a real da balsa do Buranhém e do estacionamento.